Olhar complacente
Em estado latente
Descontente
Lá estava
Perdida em devaneios
Lançada a própria sorte
Como a contornar a própria morte
De um olhar cativo
De um jovem galante
Sentira no peito
Bater a esperança
E dali por diante
Já não mais haveria
A criança que fora até aquele dia!
Suntuosa, majestosa
Eis a mulher que a frente de todos
Surgia formosa
Eis a mulher que na sua dor
Soube eternamente
Acalentar o seu amor!
Mas não sabia
Que misteriosamente
No peito daquele jovem galante
O amor também reluzia!
Ei-lo
Firme, inquebrantável, incorruptível, fiel e apaixonado
Eis os sentimentos que no peito dos dois batia!
Mais dia, menos dia
Já não mais seria possível
Esconder o amor
Que no peito de ambos existia!
Eis os mistérios da vida
Eis os mistérios do amor
Eis o momento mágico
Que me revelastes teu amor!
Momento sublime
De luz e de cor
Eis-me nos braços
De meu tão grande amor!
"Homenagem ao filme que sempre tocou e sempre tocará profundamente meu coração"
Nenhum comentário:
Postar um comentário