quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

No azul infinito

Que bela manhã invade-me o ser
Que azul profundo repousa ante meus olhos
Quão esplêndido é o amanhecer dentro de um ser!

De uma luz que fulgura inebriante
Agora jaz-me em uma visão estonteante
E ainda que alguns no desprezo permaneça
Ainda assim, logo o sol gentilmente os aqueça

Porque o julgar não pertence ao homem
Mas o amar e o contemplar
Ah, isso sim com certeza pertence!

Que a luz de um novo dia
Possa sempre conduzir o homem
À luz de sua própria Sophia

Então, não chore
Apenas sorria
Pois tal é a luz inebriante
Desse novo dia!

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